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Baixa visão

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) existe baixa visão quando a acuidade visual é inferior a 3/10 ou há uma restrição do campo visual inferior a 10º (após tratamento e/ou utilização da melhor correção refrativa).

Baixa visão é uma situação intermédia entre visão normal e cegueira, em que, com a melhor correção ótica convencional, a pessoa afetada apresenta dificuldades na realização de uma ou várias tarefas diárias, como reconhecer cores, rostos de amigos ou familiares, escrita, leitura, deslocar-se na rua, ver televisão, cozinhar, entre outras.

A baixa visão pode ser congénita (estar presente ao nascimento) ou ser adquirida mais tarde durante a vida. Desta forma, qualquer patologia ou lesão que afete desde a região mais anterior do globo ocular (córnea), passando pelas suas estruturas intra-oculares, até à retina, nervo ótico e sistema nervoso central pode culminar numa baixa visão.

Os sintomas de baixa visão variam com a doença causadora de perda visual. Baixa visão não tem de ser igual a “perda total de autonomia”. É importante conhecer as diferentes ajudas ópticas (lupas, telescópios), electrónicas (ampliadores eletrónicos e softwares com voz) bem como outras estratégias (guias, filtros, contrastes, iluminação) que melhoram a qualidade de vida das pessoas com baixa visão. 

 

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