O Corpo de Enfermagem tem como missão prestar cuidados de enfermagem de excelência a todos os clientes que procuram o Hospital da Luz.
Tanto nas suas intervenções autónomas como interdependentes, o Corpo de Enfermagem insere-se num contexto de actuação multiprofissional e desempenha a sua actividade no sentido da promoção da saúde, da prevenção da doença, da satisfação das necessidades humanas, da readaptação à vida activa, da adaptação funcional aos défices e da reinserção socioprofissional. Por outro lado, na procura constante de uma melhoria do seu desempenho, e reconhecendo a importância da formação ao longo da vida e da actualização face à evolução do conhecimento científico, o Corpo de Enfermagem do Hospital da Luz fomenta e colabora em acções de formação e em projectos de investigação na sua área de intervenção.
O Corpo de Enfermagem do Hospital da Luz foi recrutado e seleccionado criteriosamente pela Direcção de Enfermagem, com base em padrões exigentes, no que se refere não só à sua formação, como também à qualidade do seu desempenho e à sua experiência anterior no exercício da profissão. No âmbito da sua actividade profissional, os enfermeiros do Hospital da Luz respeitam o Código Deontológico, o Regulamento do Exercício da Profissão de Enfermagem (REPE), os Padrões de Qualidade dos Cuidados de Enfermagem e as Competências Definidas para o Enfermeiro de Cuidados Gerais pelo Conselho de Enfermagem da Ordem dos Enfermeiros.
A Direcção de Enfermagem do Hospital da Luz acredita que todos os enfermeiros que aqui exercem a sua actividade incluem na sua prática diária um ideal de qualidade e excelência. Neste sentido, o Corpo de Enfermagem do Hospital da Luz adopta os princípios orientadores da Ordem dos Enfermeiros, nomeadamente:
- Visar a satisfação dos clientes : respeitando as suas capacidades, crenças, valores e desejos individuais; procurando estabelecer empatia nas relações; estabelecendo parcerias no planeamento dos cuidados; envolvendo a família ou outras pessoas no processo de cuidados; e minimizando o impacto negativo associado às mudanças de ambiente que forem necessárias ao processo de assistência de saúde.
- Promover a saúde : enquadrando a situação dos clientes na sua família e na sociedade; criando e aproveitando oportunidades para promover estilos de vida saudáveis; optimizando o trabalho adaptativo aos processos de vida, crescimento e desenvolvimento; e fornecendo informação geradora de aprendizagem cognitiva e de novas capacidades pelo cliente.
- Prevenir complicações : identificando tão rapidamente quanto possível os problemas potenciais do cliente; implementando e avaliando intervenções que contribuam para evitar esses problemas ou minimizando os seus efeitos indesejáveis; prescrevendo intervenções de enfermagem técnica e cientificamente adaptadas aos problemas identificados; referenciando para outros profissionais de saúde situações problemáticas para as quais não tem capacidade de intervenção; supervisionando actividades de enfermagem delegadas; e responsabilizando-se pelas decisões tomadas e pelos actos praticados ou delegados.
- Maximizar o bem-estar e o auto-cuidado : identificando tão rapidamente quando possível os problemas do cliente para os quais tem conhecimentos e está preparado para prescrever; implementando e avaliando intervenções que contribuam para aumentar o bem-estar e para complementar actividades de vida relativamente às quais o cliente é dependente.
- Contribuir para a readaptação funcional : reconhecendo a continuidade do processo de prestação de cuidados de enfermagem; planeando a alta dos clientes internados, de acordo com as suas necessidades e os recursos da comunidade; optimizando as capacidades do cliente e da sua família ou outros para gerir o regime terapêutico prescrito; ensinando e treinando o cliente sobre a adaptação necessária para a sua readaptação funcional.
- Contribuir para a organização dos cuidados de enfermagem : conhecendo a existência de um quadro de referências para o exercício profissional de enfermagem; conhecendo a existência de um sistema de melhoria contínua da qualidade de exercício profissional dos enfermeiros; conhecendo a existência de um sistema de registos de enfermagem que incorpore sistematicamente as necessidades de cuidados de enfermagem do cliente, as intervenções de enfermagem e os resultados sensíveis às intervenções de enfermagem obtidos pelo cliente; procurando a satisfação dos enfermeiros relativamente à qualidade do exercício profissional; adaptando o número de enfermeiros face à necessidade de cuidados de enfermagem; conhecendo a existência de uma política de formação contínua dos enfermeiros, promotora do desenvolvimento profissional e da qualidade; utilizando metodologias de organização dos cuidados de enfermagem promotoras da qualidade .
A avaliação dos enfermeiros do Hospital da Luz centra-se em competências pessoais e profissionais e em objectivos de desempenho, pretendendo contribuir para a formação individual e para a excelência da sua prestação enquanto integrados na equipa deste hospital.
Direcção de Enfermagem:
Maria José Costa Dias - Enfermeira Directora
- Paula Cannas - Coordenadora das Actividades Cirúrgicas
- Maria José Pinto - Hospital de Dia Cirúrgico e Centro Cardiovascular
- Filipe Ribeiro e Ana Cristina Prata - Bloco Operatório
- Cristina Rato - Central de Esterilização
- Isabel Gonçalves - Coordenadora de Internamento Médico-Cirúrgico, UCI e Área da Mulher e Criança
- Dália Caeiro - Piso 2 HA
- Almerinda Graça - Piso 3 HA
- João Paulo Graça - Piso 3 HR
- Arnaldo Conceição - UCI
- Rute Matos - Bloco de Partos
- Nélia Trindade - Coordenadora de Cuidados Continuados e Paliativos
- Maria Aparício - Unidade de Cuidados Paliativos
- Ana Santos Pereira - Coordenadora de Ambulatório e Atendimento Médico Permanente
- Ana Gabriel Lopes - Consulta Externa
- Maria da Graça André - Hospital de Dia Médico