Medicina Molecular

A Medicina Molecular caracteriza e quantifica fenómenos que ocorrem a nível celular e molecular usando para o efeito radionuclídeos ou radiofármacos e tecnologias de imagem avançadas. 

As técnicas de Medicina Molecular podem intervir no diagnóstico e no tratamento de diversas doenças. Na área do diagnóstico, entre os exames mais conhecidos, encontram-se a cintigrafia óssea e a tomografia por emissão de positrões (PET).  As doses de radiação usadas pelas técnicas de diagnóstico de medicina molecular são semelhantes às dos métodos radioógicos convencionais e têm um baixo risco associado. 

Nas circunstâncias em que as técnicas de Medicina Molecular são usadas com finalidades de diagnóstico, a distribuição dos compostos administrados no organismo é conhecida a partir de imagens formadas através da deteção da radiação emitida em equipamentos específicos. Alguns testes de diagnóstico usam também compostos (sondas) que identificam recetores associados a moléculas características dos processos patológicos em estudo. Em muitas situações, a elevada sensibilidade das técnicas de Medicina Molecular permite uma deteção muito precoce de alterações fisiológicas, antes de estarem presentes alterações estruturais, o que possibilita um estabelecimento rápido do diagnóstico e do plano de tratamento. Os exames de Medicina Molecular são de fácil execução, apresentam uma morbilidade baixa e uma mortalidade praticamente nula. As doses de radiação absorvidas pelos doentes são quase sempre semelhantes ou inferiores às dos métodos radiológicos convencionais. 

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O Departamento de Medicina Molecular localiza-se no piso -1, com acesso por escada rolante ou pelos elevadores do núcleo B (mais próximos) tanto a partir da entrada principal (piso 0) como dos pisos de estacionamento.

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