Comissões de Apoio Técnico

As Comissões de Apoio Técnico colaboram com a equipa de gestão nas matérias da sua competência.

Constituição e funções dos órgãos de apoio técnico do Hospital da Luz Lisboa:

  • Comissão de Auditoria Clínica

    Constituição da Comissão de Auditoria Clínica:

    Prof. José Roquette (responsável pela Comissão)
    Dr. Pedro Oliveira Raimundo
    Dr. Paulo Roquete
    Drª Margarida Fortunato
    Dr. Pedro Gomes
    Enf. Pedro Oliveira
    Enf.ª Inês Soeiro

    Objetivos e atribuições da Comissão de Auditoria Clínica:

    Objetivos

    1. A CAC é um órgão técnico multidisciplinar, responsável pela definição de critérios transversais de realização de auditorias à qualidade dos cuidados e dos respetivos registos, pela emissão de pareceres e recomendações sobre questões relativas a essas matérias e pela monitorização do cumprimento, pelos profissionais de saúde e estruturas do hospital, das respetivas políticas e procedimentos, atuando fundamentalmente:
    a) Na análise de situações excecionais, envolvendo a qualidade dos cuidados de saúde prestados ou o seu registo, que exijam uma resposta articulada e tecnicamente adequada por parte do Hospital;
    b) No estabelecimento de critérios e metodologias de realização de auditorias clínicas ao nível de cada um dos serviços ou unidades do Hospital, de forma a homogeneizar tais práticas e a permitir a comparabilidade dos resultados das auditorias setoriais;
    c) Na elaboração de programas de formação.

    2. No desempenho da sua atividade, a CAC deverá:
    d) Dar cumprimento às estratégias relativas à qualidade dos cuidados e segurança do doente em meio hospitalar, definidas pelas entidades oficiais e pelos órgãos internos do Hospital competentes;
    a) Assegurar a prestação de cuidados de saúde de qualidade;
    b) Garantir, em todo o processo de prestação de cuidados, a segurança do doente;
    c) Assegurar a máxima eficiência na utilização dos recursos colocados à sua disposição e a efetividade nos resultados da sua ação.

    Atribuições

    1. Compete à CAC, no âmbito da sua atividade:
    a) Definir o calendário anual de realização de auditorias clínicas envolvendo a análise crítica da adequação e qualidade dos cuidados prestados e a qualidade e pertinência da informação clínica registada e garantir o seu cumprimento;
    b) Definir o modelo de auditoria clínica a aplicar em cada serviço ou unidade do Hospital, designadamente os aspetos, processos, atos ou registos que deverão ser auditados e a respetiva definição de conformidade e desconformidade;
    c) Organizar e realizar auditorias periódicas transversais aos processos clínicos do Hospital, de forma a garantir a qualidade dos registos clínicos e a correção da prestação dos cuidados de saúde;
    d) Auditar todos os processos clínicos solicitados pela Direcção Clínica no Hospital e produzir relatórios individuais sobre cada caso auditado;
    e) Realizar estudos sobre as matérias da sua responsabilidade;
    f) Propor as medidas e planos de ação e formação que considere adequadas para melhorar a qualidade dos registos clínicos e a qualidade técnica dos cuidados;
    g) Elaborar e apresentar ao CA e DE os planos e relatórios anuais de atividades da Comissão;
    h) Apoiar projetos de investigação em todos os serviços do Hospital.

    2. Compete ainda à CAC emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA ou DE a respeito de matérias no seu âmbito de atuação. 

  • Comissão de Coordenação Oncológica

    Constituição da Comissão de Coordenação Oncológica:

    Prof. José Luís Passos Coelho (responsável pela Comissão)
    Dr. Francisco Mascarenhas
    Dr.ª Isabel Neto
    Prof.ª Marília Cravo
    Dr. Augusto Gaspar
    Dr. Filipe Costa
    Enf.ª Graça André
    Dr.ª Maria Nazaré Rosado
    Dr.ª Ana Catarino
    Dr.ª Rosário Vieira

    Objetivos e atribuições da Comissão de Coordenação Oncológica:

    A Comissão Oncológica (CO) é um órgão de apoio técnico do Diretor Clínico, no âmbito da integração e qualidade dos cuidados oncológicos providenciados pelo hospital. 
    A CO deverá elaborar e apresentar ao CA, DE e Direção Clínica os planos e relatórios anuais de atividades da Comissão. À CO compete igualmente emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA, DE ou Direção Clínica a respeito de matérias no seu âmbito de atuação. 

     

  • Comissão de Credenciação e Avaliação Médica

    Constituição da Comissão de Credenciação e Avaliação Médica:

    Prof. José Roquette (responsável pela Comissão)
    Dr. João Sá
    Prof. Rui Maio
    Dr.ª Isabel Neto
    Prof. José Luís Passos Coelho
    Dr.ª Ana Carvalho
    Dr. Augusto Gaspar

    Objetivos e Atribuições da Comissão de Credenciação e Avaliação Médica:

    A Comissão de Credenciação Médica (CCAM) é um órgão técnico de apoio à Direção Clínica do HOSPITAL, no âmbito do recrutamento e avaliação de pessoal médico para o HOSPITAL; 

    À CCAM compete atribuir a cada médico os respetivos privilégios clínicos e promover a avaliação do desempenho dos médicos do HOSPITAL. Podem também emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA, DE ou Direção Clínica a respeito de matérias no seu âmbito de atuação.

  • Comissão de Emergência e Reanimação

    Constituição da Comissão de Emergência e Reanimação:

    Dr. José Bismarck (responsável pela Comissão)
    Dr. Sérgio Batista
    Dr. Luís Costa
    Dr.ª Manuela Ferreira
    Dr. Pedro Geraldes
    Dr. Alexandre Marques
    Enf.ª Joana Mendes Coelho
    Enf. João Graça
    Dr. Nuno Rodrigues

    Objetivos e atribuições da Comissão de Emergência e Reanimação:

    À CEMR compete coadjuvar a Administração, a Direção Clínica e a Direção de Enfermagem, por sua iniciativa ou a pedido destes órgãos, sobre as matérias da Emergência Médica e de Reanimação que forem da sua competência.

    Compete ainda à CEMR, em articulação com as Direções Clínica e de Enfermagem:
    - Definir a organização do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar e monitorizar o seu funcionamento;
    - Recomendar procedimentos e critérios de ativação do plano de emergência médica intra-hospitalar, definindo protocolos e monitorizando o seu funcionamento;
    - Manter um registo atualizado de todas as situações de ativação e atuação dentro do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar;
    - Manter um registo atualizado de todos os casos de paragem cardiorrespiratória (com ou sem manobras de RCP) ocorridos nas instalações do Hospital da Luz;
    - Definir a localização, composição e manutenção dos Carros de Emergência através de protocolos e procedimentos bem como auditar o seu cumprimento;
    - Definir o plano de competências necessárias aos colaboradores do Hospital da Luz nas matérias da emergência médica e reanimação;
    - Proceder ao levantamento das necessidades de formação dos colaboradores do Hospital da Luz e promover junto destes as ações necessárias ao adequado cumprimento do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar;
    - Colaborar com as demais Comissões do Hospital da Luz, a pedido destas ou por sua iniciativa, nomeadamente prestando assessoria nas matérias da emergência médica e reanimação e de catástrofe;
    - Pronunciar-se, dentro das matérias da sua competência, sobre os projetos que impliquem alterações dos acessos, circulação e estruturais no Hospital da Luz, tanto nas áreas clínicas como nas não clínicas;
    - Propor as alterações estruturais, organizativas e logísticas necessárias para garantir o adequado cumprimento e funcionamento do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar.

  • Comissão de Ensino e Formação

    Constituição da Comissão de Ensino e Formação:

    Prof. José Roquette (responsável pela Comissão)
    Eng.ª Francisca Leite
    Prof. Rui Maio
    Dr.ª Ana Catarino
    Dr.ª Natália Marto
    Dr. Hugo Marques
    Dr.ª Alexandra Bayão-Horta
    Dr.ª Cristina Pestana
    Dr. António Setúbal
    Dr. Daniel Ferreira
    Prof. Nuno Cardim
    Dr. Kris Maes

    Objetivos e Atribuições da Comissão de Ensino e Formação:

    Desenvolvimento e validação de planos educacionais e formativos para médicos ao longo de todo o percurso profissional
    - Pré-graduado,
    - Internato da especialidade,
    - Pós-graduado;
    Identificação de necessidades formativas internas;
    Identificação de novas oportunidades e metodologias;
    Identificação e desenvolvimento de parcerias;
    Definição de critérios de avaliação da formação e objetivos;
    Revisão e aprovação de propostas de formação (eventos clínicos e cursos);
    Monitorização contínua do interesse e da qualidade da formação.

  • Comissão de Farmácia e Terapêutica

    Constituição da Comissão de Farmácia e Terapêutica:

    Dr. João Sá (responsável pela Comissão)
    Dr.ª Alexandra Bayão Horta
    Dr.ª Inês Fernandes
    Dr.ª Cláudia Santos
    Dr.ª Andreia Duarte
    Dr.ª Maria José Rei

    Objetivos e atribuições da Comissão de Farmácia e Terapêutica:

    Objetivos 

    1. A CFT é um órgão especializado, responsável pela definição e monitorização da política do medicamento na Unidade, atuando fundamentalmente:
    a) No desenvolvimento e atualização periódica do formulário hospitalar;
    b) Na aprovação de orientações técnicas de utilização e monitorização da sua adesão;
    c) Na elaboração de programas de formação;
    d) Na monitorização da utilização de medicamentos;
    e) Na avaliação e controlo de custos, na racionalização e na qualificação da utilização de medicamentos e outros produtos farmacêuticos.

    2. No desempenho da sua atividade, a CFT deverá:
    a) Dar cumprimento às estratégias relativas à prescrição e utilização do medicamento em meio hospitalar e em ambulatório, definidas pelas entidades oficiais e pelos órgãos internos da Unidade competentes;
    b) Garantir, no âmbito da sua missão, a segurança do cliente;
    c) Assegurar a máxima eficiência na utilização dos recursos colocados à sua disposição e a efetividade nos resultados da sua ação.

    Atribuições

    Competem à CFT da Unidade as seguintes atribuições:
    a) Atuar como órgão de ligação entre os serviços clínicos e os serviços farmacêuticos;
    b) Elaborar as adendas privativas de aditamento ou exclusão ao Formulário Hospitalar de Medicamentos e sujeitá-las a aprovação pelo CA;
    c) Emitir pareceres e relatórios, acerca de todos os medicamentos a incluir ou a excluir do Formulário Hospitalar de Medicamentos e sujeitá-los a aprovação pelo CA;
    d) Acompanhar o cumprimento do Formulário Hospitalar de Medicamentos e suas adendas;
    e) Pronunciar-se sobre a adequação da terapêutica prescrita aos clientes, quando solicitada pelo seu presidente e sem quebra das normas deontológicas;
    f) Apreciar periodicamente com cada serviço hospitalar os custos das terapêuticas.
    g) Elaborar, observando informação sobre os custos a lista de medicamentos de urgência que devem existir nos serviços de prestação de cuidados;
    h) Propor o que tiver por conveniente dentro das matérias da sua competência;
    i) Elaborar programas de formação contínua, na área da terapêutica medicamentosa.
    j) Participar e apoiar os programas de investigação relacionados com as infeções associadas aos cuidados de saúde, a nível institucional, nacional e internacional;
    k) Emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA ou DC a respeito de matérias no seu âmbito de atuação.

  • Comissão de Investigação Clínica

    Constituição da Comissão de Investigação Clínica:

    Prof. José Roquette (responsável pela Comissão)
    Eng.ª Francisca Leite
    Prof. José Luís Passos Coelho
    Prof.ª Marília Cravo
    Dr. Pinto Marques
    Prof.ª Raquel Gil-Gouveia
    Dr. Pedro M. Sarmento
    Dr. Vasco Mascarenhas
    Dr. António Ferreira
    Dr. Pedro Vilela
    Dr.ª Rita Eça

    Objetivos e atribuições da Comissão de Investigação Clínica:

    Objetivos

    1. A Comissão de Investigação é um órgão técnico multidisciplinar, responsável pelo controlo de qualidade dos processos de investigação do Hospital, bem como pelo seu acompanhamento e avaliação, atuando fundamentalmente:
    a) Na elaboração e atualização de um regulamento de investigação que estabeleça os princípios em que tal atividade pode realizar-se no Hospital da Luz - Lisboa, incluindo os aspetos financeiros, os direitos dos clientes e dos profissionais envolvidos em projetos de investigação e a avaliação do seu impacto sobre a atividade produtiva normal do Hospital. Este regulamento deverá ser aprovado pelo Conselho de Administração (CA).
    b) Na análise prévia das propostas de realização de ensaios clínicos no Hospital, qualquer que seja a sua natureza, a qual deverá ocorrer apenas quando a proposta se encontre completamente informada pelas entidades oficiais competentes e exatamente antes da sua submissão a aprovação pelo CA;
    c) No acompanhamento das atividades de investigação que decorram no Hospital ou que envolvam os seus profissionais, quando em parceria ou colaboração com outras entidades;
    d) No estabelecimento de laços de parceria e colaboração com instituições académicas, com vista à promoção da investigação clínica independente, bem como com outras entidades com intervenção relevante nesta área.

    2. No desempenho da sua atividade, a Comissão de Investigação deverá:
    a) Dar cumprimento às estratégias relativas investigação definidas pelas entidades oficiais e pelos órgãos internos do Hospital competentes;
    b) Assegurar a qualidade das atividades de investigação e, de forma indireta, a prestação de cuidados de saúde de qualidade;
    c) Garantir, em todos os processos de investigação clínica, a segurança e os direitos do cliente e dos profissionais;
    d) Assegurar a máxima eficiência na utilização dos recursos colocados à sua disposição e a efetividade nos resultados da sua ação.

    Atribuições

    1. Compete à Comissão de Investigação, no âmbito da sua atividade:
    e) Elaborar e manter atualizado um regulamento de investigação clínica que estabeleça os precisos termos em que tal atividade pode realizar-se no Hospital, incluindo os aspetos financeiros, os direitos dos clientes e dos profissionais envolvidos em projetos de investigação e a avaliação do seu impacto sobre a atividade produtiva normal do Hospital.
    f) Definir critérios de candidatura a posições e oportunidades de investigação;
    g) Emitir parecer sobre todas as propostas de realização de investigação no Hospital, antes da sua sujeição ao CA;
    h) Monitorizar e acompanhar a atividade de investigação conduzida no Hospital;
    i) Velar pelo respeito pela autonomia e vontade dos clientes de todos os ensaios clínicos a decorrer no Hospital;
    j) Estabelecer de laços de parceria e colaboração com instituições académicas, com vista à promoção da investigação clínica independente, bem como com outras entidades com intervenção relevante nesta área
    k) Elaborar e apresentar ao CA e DE os planos e relatórios anuais de atividades da Comissão.

    2. Compete ainda à Comissão de Investigação emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA ou DE a respeito de matérias no seu âmbito de atuação.

  • Comissão de Nutrição

    Constituição da Comissão de Nutrição:

    Dr.ª Isabel Esperança (responsável pela Comissão)
    Dr. Pedro Oliveira Raimundo
    Dr.ª Maria Mascarenhas
    Dr.ª Cristina Gonçalves
    Enf.ª Nélia Trindade
    Enf.ª Marisa Ferreira
    Dr.ª Maria Nazaré Rosado

    Objetivos e atribuições da Comissão de Nutrição:

    A Comissão de Nutrição (CN) é um órgão multidisciplinar de apoio técnico ao CA e à DE, no âmbito da monitorização da qualidade dos cuidados nutricionais e dietéticos aos clientes e do estabelecimento de normas de aplicação transversal nesta matéria do HOSPITAL;

    A CN deverá elaborar e apresentar ao CA e DE os planos e relatórios anuais de atividades da Comissão. À CN compete igualmente emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA ou DE a respeito de matérias no seu âmbito de atuação.

  • Comissão de Proteção Radiológica

    Constituição da Comissão de Proteção Radiológica:

    Eng. Gonçalo Leal (responsável pela Comissão)
    Tecª. Ana Cristina Santos
    Eng. Fernando Marques (Físico Médico)
    Engª Maria Teresa Rézio (Física Médica)
    Engª Sofia Faustino (Física Médica)

    Objetivos e atribuições da Comissão de Proteção Radiológica:

    Licenciamento e renovação das licenças de funcionamento dos equipamentos emissores de radiação ionizante da Luz Saúde na DGS;

    Articulação com a Direcção Geral de Saúde, Comrsin e outras instituições competentes sobre assuntos relacionados com a proteção e segurança radiológica;

    Estudo das condições de segurança e controlo de qualidade de instalações e equipamentos;

    Avaliação de riscos radiológicos associados às instalações, técnicas de trabalho, postos de trabalho, classificação de zonas e indivíduos e segurança dos pacientes em termos radiológicos;

    Pareceres (caso solicitado) em gestão de resíduos radioativos e vigilância das condições de eliminação;

    Gestão global da dosimetria pessoal dos profissionais profissionalmente expostos a radiações ionizantes;

    Colaboração na elaboração de normas, procedimentos e manuais orientados a otimizar a proteção radiológica dos pacientes, dos trabalhadores e público;

    Gestão e elaboração de informações técnicas para normalização legal das instalações;

    Monitorização da dose dos exames face aos níveis de referência diagnóstica (NRD);

    Estabelecimento de protocolos de qualidade dos equipamentos emissores de radiação ionizante;

    Colaboração na implementação e uniformização dos programas de proteção radiológica de acordo com exigências da JCI, ISO e ACSA;

    Ações de formação para os colaboradores da Luz Saúde no âmbito da proteção radiológica, incluindo dosimetria individual;

    Investigação e colaboração na otimização dos protocolos sempre que solicitado de acordo com as normas nacionais e europeias.

  • Comissão de Qualidade e Segurança do Doente

    Constituição da Comissão de Qualidade e Segurança do Doente:

    Dr. Pedro Líbano Monteiro (responsável pela Comissão)
    Prof. José Roquette
    Enf.ª Costa Dias
    Dr. António Nunes
    Dr. Andrade Gomes
    Eng. José Varela Gonçalves
    Dr. Pedro Patrício
    Dra. Rita Ferreira
    Eng. David Veloso
    Eng.ª Maria José Serpa
    Eng.ª Marisa Leal Ferreira
    Enf. Luís Gomes
    Dra. Cristina Mesquita 

    Objetivos e atribuições da Comissão de Qualidade e Segurança do Doente: 

    Objetivos 

    1. A CQSD é um órgão técnico multidisciplinar, responsável pela elaboração de pareceres e recomendações sobre questões relativas à qualidade e segurança do cliente do Hospital e pela monitorização do cumprimento, pelos profissionais e estruturas do hospital, das políticas e procedimentos relativos às referidas matérias, atuando fundamentalmente:
    a) Na análise de situações concretas envolvendo questões de qualidade, risco clínico e não clínico ou falhas de segurança dos clientes ou profissionais;
    b) Na aprovação de recomendações genéricas e monitorização da sua adesão;
    c) Na elaboração de programas de formação.

    2. No desempenho da sua atividade, a CQSD deverá:
    a) Dar cumprimento às estratégias relativas à qualidade e segurança do cliente em meio hospitalar, definidas pelas entidades oficiais e pelos órgãos internos do Hospital competentes;
    b) Assegurar a prestação de cuidados de saúde de qualidade;
    c) Garantir, em todo o processo de prestação de cuidados, a segurança do cliente;
    d) Assegurar a máxima eficiência na utilização dos recursos colocados à sua disposição e a efetividade nos resultados da sua ação;
    e) Assegurar que a unidade disponibilizou os recursos com experiência em métodos e processos de melhoria para assessorar a comissão na produção de análises e relatórios.

    Atribuições

    1. Compete à CQSD, no âmbito da qualidade dos cuidados:
    a) A formulação de propostas ou pareceres sobre a política de qualidade a prosseguir pelo Hospital de forma orientada para o cliente nas dimensões da garantia, planeamento, controlo e melhoria continua;
    b) A avaliação das diferentes dimensões da qualidade, incluindo a dos custos da não qualidade;
    c) A elaboração e apresentação da proposta do plano de ação anual com previsão dos recursos necessários à sua execução;
    d) O acompanhamento das atividades incluídas no plano de ação anual;
    e) Elaboração do relatório de atividades a submeter a aprovação do CA (trimestralmente);
    f) Validação da assertividade dos dados supra mencionados, com vista à sua publicação externa, de acordo com os canais de aprovação apropriados.

    2. Compete-lhe igualmente, no âmbito da segurança do cliente e humanização dos cuidados:
    a) Colaborar na definição das políticas de gestão do risco;
    b) Intervir, em articulação com o Gabinete de Gestão do Risco, na resolução das questões do âmbito do risco clínico e do risco geral;
    c) Proceder à reflexão sobre os objetivos estratégicos no domínio da humanização;
    d) Analisar e inventariar a situação do Hospital em matéria de humanização;
    e) Formular propostas de ação ou adoção de medidas, promovendo a sua execução;
    f) Colaborar na realização de ações de formação e sensibilização dos colaboradores;
    g) Contribuir para a melhoria das condições de receção, acolhimento, informação e apoio a clientes e acompanhantes;
    h) Apoiar projetos específicos de humanização em todos os serviços do Hospital.

    3. Compete ainda à CQSD
    a) Emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA ou DE a respeito de matérias no seu âmbito de atuação.
    b) Nomear colaboradores com experiência em métodos e processos de melhoria para orientar a implementação do programa de qualidade e segurança do cliente do hospital.
    c) Os colaboradores responsáveis pela supervisão do programa de qualidade selecionam e oferecem suporte para que o pessoal qualificado para o programa lide com as responsabilidades pela qualidade e segurança do cliente em todo o hospital.

  • Comissão de Transfusão Hospitalar

    Constituição da Comissão de Transfusão Hospitalar:

    Prof. José Roquette (responsável pela Comissão)
    Dr.ª Susana Coelho
    Dr.ª Maria Isabel Pimentel
    Dr.ª Manuela Gomes
    Enf. Arnaldo Conceição
    Dr. Álvaro Birre (assessor para neonatologia)

    Objetivos e atribuições da Comissão de Transfusão Hospitalar:

    A Comissão de Transfusões e Alternativas Transfusionais (COTAP) é um órgão técnico de apoio ao CA e à DE, responsável pela qualidade e segurança transfusional e pela utilização segura e tecnicamente correta dos componentes sanguíneos no Hospital; 
    A COTAP funciona sob a coordenação da DE; 
    A COTAP deverá elaborar e apresentar ao CA e DE os planos e relatórios anuais de atividades da Comissão. 
    À COTAP compete igualmente emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo CA ou DE a respeito de matérias no seu âmbito de atuação. 

  • Comissão de Ética

    Constituição da Comissão de Ética:

    Dr.ª Manuela Escumalha (responsável pela Comissão)
    Dr.ª Isabel Esperança
    Dr. João Rebelo
    Dr.ª Mónica Nave
    Dr.ª Cláudia Santos
    Enf.ª Cristina Rato
    Dr. Orlando Cordeiro

    Objetivos e atribuições da Comissão de Ética:

    Objetivos

    1. A CES é um órgão independente relativamente aos órgãos de administração e Direção Executiva do Hospital, responsável pela elaboração de pareceres sobre questões éticas da prestação de cuidados ou outras atividades desenvolvidas pelo Hospital e pela monitorização do cumprimento, pelos profissionais e estruturas do hospital, do Código de Ética, atuando fundamentalmente:
    a) Na análise de situações concretas envolvendo questões éticas;
    b) Na aprovação de recomendações genéricas e monitorização da sua adesão;
    c) Na elaboração de programas de formação;
    d) Na aprovação e monitorização da investigação clínica.

    2. No desempenho da sua atividade, a CES deverá:
    a) Ponderar, em particular, o estabelecido na lei, nos códigos deontológicos e nas declarações e diretrizes internacionais sobre as matérias que aprecie;
    b) Zelar pela prestação de cuidados de saúde de qualidade;
    c) Promover, em todo o processo de prestação de cuidados, o respeito pela dignidade do cliente;
    d) Promover a máxima eficiência na utilização dos recursos colocados à sua disposição e a efetividade nos resultados da sua ação.

    Atribuições

    a) Zelar, no âmbito do funcionamento do Hospital, pela salvaguarda da dignidade e integridade humanas;
    b) Emitir, por sua iniciativa ou por solicitação dos órgãos de administração e direção técnica ou executiva, de qualquer profissional do Hospital ou de clientes ou seus representantes (através do CA) pareceres sobre questões éticas no domínio das atividades do Hospital, utilizando a comunicação verbal ou escrita para este fim, sem medo de retaliação;
    c) Pronunciar-se sobre os protocolos de investigação científica, nomeadamente os que se refiram a ensaios de diagnóstico ou terapêutica e técnicas experimentais que envolvam seres humanos e seus produtos biológicos, em articulação com a Comissão de Ética para a Investigação Clínica (CEIC), quando aplicável, celebrados no âmbito do Hospital;
    d) Pronunciar-se sobre os pedidos de autorização para a realização de ensaios clínicos do Hospital e verificar a sua execução, em especial no que respeita aos aspetos éticos e à segurança e integridade dos sujeitos do ensaio clínico, identificando os responsáveis por manter o desenvolvimento e a conformidade com todas as políticas e procedimentos da investigação científica envolvendo seres humanos;
    e) Pronunciar-se sobre a suspensão ou revogação da autorização para a realização de ensaios clínicos;
    f) Reconhecer a qualificação científica adequada para a realização de ensaios clínicos, relativamente aos médicos e outros profissionais do Hospital;
    g) Promover a divulgação dos princípios gerais da bioética pelos meios julgados adequados, designadamente através de estudos, pareceres ou outros documentos, no âmbito dos profissionais do Hospital;


    Composição da Comissão Técnica para a Interrupção da Gravidez:

    Dr.ª Manuela Escumalha
    Dr.ª Ana Berdeja
    Dr. João Rebelo
    Dr.ª Ricardo Jorge
    Dr.ª Ana Berta Sousa
    Dra. Paula Arteaga (suplente)
    Dra. Graça Henriques (suplente)

    Esta comissão técnica tem por função pronunciar-se sobre os casos de interrupção de gravidez por motivos terapêuticos.

  • Gabinete de Gestão do Risco

    Constituição do Gabinete de Gestão do Risco:

    Eng. José Varela Gonçalves (responsável pelo Núcleo Executivo do Gabinete)
    Enf. Luís Gomes
    Dr.ª Cristina Sousa
    Eng. Valdemiro Líbano Monteiro
    Dr.ª Margarida Machado 

    Objetivos e atribuições do Gabinete de Gestão do Risco:

    Objetivos 

    No desenvolvimento da sua atividade de apoio técnico e operacional no âmbito do Hospital da Luz, o GGR persegue os objetivos gerais:
    a) Dar cumprimento às estratégias aprovadas pelo Conselho de Administração para a gestão do risco no Hospital;
    b) Garantir, em todo o processo de prestação de cuidados, a segurança do doente, dos profissionais e da organização;
    c) Identificar e monitorizar as condições e processos de risco e segurança do Hospital nas suas diversas dimensões e determinar planos de ação para tornar estas atividades consistentemente seguras;
    d) Promover um ambiente livre de culpa onde todos são capazes de reportar erros ou incidentes, sem medo de represália ou punição;
    e) Garantir uma abordagem multidisciplinar na definição de soluções, estudos e pareceres sobre os problemas de segurança do doente;
    f) Promover o comprometimento organizacional na disponibilização de recursos para a melhoria da segurança.

    Atribuições

    Competem ao GGR do Hospital da Luz as seguintes atribuições:
    a) Definir a estratégia de gestão do risco no Hospital, a ser aprovado pelo Conselho de Administração e implementar um sistema de avaliação das ações empreendidas;
    b) Identificar de forma proativa processos de risco;
    c) Implementar e gerir um sistema de notificação de incidentes e identificação de processos de risco;
    d) Gerir processos de risco identificados;
    e) Elaborar planos de melhoria da segurança de processos de risco identificados e proceder à reavaliação do risco;
    f) Identificar e monitorizar as condições de risco e segurança do edifício e equipamentos, bem como as condições ergonómicas dos postos de trabalho;
    g) Monitorizar a qualidade do desenho dos processos, de forma a reduzir o risco associado à sua implementação;
    h) Elaborar e implementar, em conjunto com as Direções dos Serviços e Unidades do Hospital, os planos operacionais de gestão do risco;
    i) Proceder à revisão trienal, ou sempre que surjam níveis de evidência que justifiquem a sua atualização, das normas, politicas e procedimentos de gestão de risco;
    j) Emitir recomendações, pareceres e normas para a segurança dos doentes, profissionais e utilizadores do Hospital;
    k) Integrar os programas nacionais e internacionais associados à gestão do risco e segurança dos doentes, sempre que aplicável;
    l) Integrar, acompanhar e monitorizar a atividade de comissões ou grupos de trabalho cuja área de atuação integre processos de risco identificados (ex: Medicação, Quedas ou Infeção...);
    m) Articular a sua atividade com as Direções Clínica, de Enfermagem e de Produção e com outras estruturas com responsabilidades na área da gestão de risco;
    n) Colaborar na integração e articulação das suas atividades com o Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo da Infeção e Resistências a Antimicrobianos (GCL-PPCIRA);
    o) Participar no planeamento e acompanhamento da execução de obras, a fim de garantir a adequação das instalações à prevenção e minimização do risco;
    p) Participar no desenvolvimento e monitorização de programas de formação e ensino, campanhas e outras ações e estratégias de divulgação e sensibilização;
    q) Emitir pareceres sobre questões ou temas que lhe sejam solicitados pelo Conselho de Administração a respeito de matérias no seu âmbito de atuação;

  • Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo da Infeção e de Resistência aos Antimicrobianos

    Constituição do Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo da Infeção e de Resistência aos Antimicrobianos (GCL PPCIRA):

    Dr. António Nunes (responsável pelo Grupo)
    Enf.ª Ana Margarida Rodrigues 
    Dr.ª Andreia Duarte Aleluia 
    Enf. Bruno Antunes 
    Dr.ª Joana Mapril 
    Dr. Pedro Raimundo
    Marta Malaquias 

    Objetivos e atribuições do GCL-PPCIRA:

    Objetivos

    a) garantir a sensibilização e formação de todos os profissionais, neste domínio;
    b) implementar uma metodologia de vigilância epidemiológica;
    c) elaborar normas e recomendações de boas práticas no seu domínio;
    d) monitorizar os processos de cuidados relativamente à sua área de competência;
    e) atuar enquanto órgão consultivo e de apoio.

    Atribuições

    a) elaborar e implementar um plano de ação que operacionalize o Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Infeções e das Resistências a Antimicrobianos ao nível local e se baseie nas necessidades identificadas na organização;
    b) colaborar na integração e articulação das suas atividades com outros órgãos na perspetiva da qualidade e segurança do doente;
    c) definir e monitorizar políticas e procedimentos assegurando boas práticas locais de prevenção e controlo de infeção e de utilização de antimicrobianos;
    d) promover e corrigir as práticas de uso de antibióticos, nomeadamente através da implementação de programa de assistência à prescrição antibiótica, tanto em profilaxia como em terapêutica, permitindo ao GCL-PPCIRA a intervenção no sentido de anular a utilização de antimicrobianos em situações em que não estão indicados ou utilizados por tempo superior ao necessário;
    e) rever e validar as prescrições de antimicrobianos de acordo com a situação clínica do doente e orientações nacionais e internacionais;
    f) garantir o cumprimento dos programas de vigilância epidemiológica de infeções associadas aos cuidados de saúde e de resistências aos antimicrobianos considerando os pressupostos definidos pela Direção-Geral da Saúde e atendendo às características e necessidades da Organização;
    g) garantir o retorno da informação sobre vigilância epidemiológica de infeção e de resistências aos antimicrobianos às unidades clínicas;
    h) colaborar no processo de notificação das doenças de declaração obrigatória a nível nacional;
    i) investigar, controlar e notificar surtos de infeção, visando a sua efetiva prevenção;
    j) monitorizar os riscos de infeção associados a novas tecnologias, dispositivos, produtos e procedimentos;
    k) colaborar na definição dos requisitos do material e equipamento clínico e não clínico relativamente a implicações no controlo das infeções;
    l) colaborar com outros serviços (ex. Saúde Ocupacional, Gabinete de Gestão de Risco), na avaliação do risco biológico e no desenvolvimento de recomendações específicas quando indicado;
    m) participar no planeamento e acompanhamento da execução de obras contribuindo para a adequação das medidas de prevenção de infeções;
    n) participar no desenvolvimento e monitorização de programas de formação, campanhas e outras estratégias de sensibilização;
    o) participar e apoiar programas de investigação relacionados com as Infeções Associadas aos Cuidados de Saúde e às Resistências a Antimicrobianos a nível nacional/internacional.