16 de maio de 2019 Define-se gravidez de alto risco aquela cuja probabilidade de ocorrer um resultado adverso para a mãe e/ou criança , durante ou após a gravidez e parto, está aumentada e acima do risco basal médio da população em geral, pela presença de um ou mais fatores de risco. Felizmente, poucas mulheres têm uma gravidez de risco. No entanto, em casos em que a evolução não é tão tranquila, é essencial um acompanhamento correto e atempado . Por exemplo: Quando existe uma doença crónica; Por problemas médicos ou relacionados com a gravidez que surgem durante os 9 meses. Algumas grávidas apresentam fatores de risco desde o início da gravidez , e estas são desde o início grávidas de alto risco, por exemplo em casos como: Doença crónica (hipertensão arterial, diabetes, doença cardíaca, epilepsia, doenças da tiroide, entre outras); Parto pré-termo anterior; História de gravidez sem sucesso (morte fetal ou restrições graves no crescimento fetal). Noutros casos, numa gravidez normal ocorrem situações que a podem transformar numa gravidez de risco por exemplo: Hipertensão gestacional; Diabetes gestacional; Colestase da gravidez; Alterações do crescimento fetal e/ou do líquido amniótico. Este artigo foi escrito com o apoio dos médicos e outros profissionais clínicos da Rede Hospital da Luz. Os conteúdos publicados no Guia de Saúde destinam-se ao público em geral e têm apenas finalidade informativa e educativa. Não substituem a avaliação, diagnóstico ou aconselhamento clínico individual por um profissional de saúde. São produzidos ou revistos por médicos e outros profissionais do Hospital da Luz e baseiam-se no conhecimento disponível à data da sua publicação ou última atualização, indicada no início de cada conteúdo.