20 de maio de 2019 O recém-nascido é particularmente suscetível à sepsis devido à imaturidade do seu sistema imunitário , sendo este risco acrescido no recém-nascido prematuro. O recém-nascido pode nascer já infetado, ou desenvolver a infeção mais tardiamente. A sepsis no recém-nascido é potencialmente grave, obrigando sempre a internamento hospitalar. A fragilidade da pele do recém-nascido constitui um risco adicional para a infeção. No caso do recém-nascido prematuro internado em cuidados intensivos, é necessário dispor de: Acessos venosos com cateteres venosos centrais para administrar a alimentação e/ou terapêutica; Tubos endotraqueais que permitem a ventilação assistida. Estes podem ser facilitadores da entrada de bactérias no organismo, aumentando o risco de infeção. É necessário estar particularmente atento ao recém-nascido porque os sinais de infeção neste grupo etário são inespecíficos. Na suspeita de infeção, é realizada investigação laboratorial com o objetivo de obter informação sobre: A gravidade da infeção; A orientação quanto à terapêutica; A sua monitorização. Este artigo foi escrito com o apoio dos médicos e outros profissionais clínicos da Rede Hospital da Luz. Os conteúdos publicados no Guia de Saúde destinam-se ao público em geral e têm apenas finalidade informativa e educativa. Não substituem a avaliação, diagnóstico ou aconselhamento clínico individual por um profissional de saúde. São produzidos ou revistos por médicos e outros profissionais do Hospital da Luz e baseiam-se no conhecimento disponível à data da sua publicação ou última atualização, indicada no início de cada conteúdo.