Lisboa e Hospital da Luz na vanguarda do debate médico

«Esta é uma grande e excelente organização da Espírito Santo Saúde. Que acontece em Lisboa!». Foi com esta saudação de boas vindas aos presentes no Auditório 1 do Hospital da Luz que Manuel Salgado, arquiteto e vereador da Câmara Municipal de Lisboa, deu formalmente início aos trabalhos do Leaping Forward – Lisbon International Clinic Congress, o maior congresso médico e científico realizado em Portugal e que decorrerá até ao próximo dia 19 no Hospital da Luz.

Manuel Salgado presidiu à cerimónia de abertura do congresso, em representação do presidente da câmara António Costa, e lembrou a parceria da autarquia da capital neste evento, afirmando: «A Câmara de Lisboa abrir-vos-á as portas com todo o gosto». Uma parceria que o autarca justificou com a importância deste Leaping Forward para a capital portuguesa. «Afinal, estão neste congresso especialistas de mais de 20 países diferentes!», lembrou.

O vereador lembrou que Lisboa «já está no ranking» das cidades que mais acolhe reuniões científicas internacionais, «com mais de cem congressos realizados anualmente». Isto além, referiu ainda, das «várias casos de sucesso em ciências da saúde, como o Instituto de Medicina Molecular», na Faculdade de Medicina de Lisboa.

Antes de Manuel Salgado, foi a vez de usarem da palavra Isabel Vaz, presidente da Comissão Executiva da ESS, e José Roquette, diretor clínico do Hospital da Luz e diretor científico do Leaping Forward.

Na cerimónia de abertura deste congresso, que para Isabel Vaz «traduz a ambição de uma instituição em permanente inovação nas mais diversas áreas clínicas», a CEO da Espirito Santo Saúde lembrou que «o que torna a ESS, e em particular o Hospital da Luz, uma organização tão especial, é a comunhão perfeita que tem conseguido estabelecer entre a tecnologia, estandarte típico da inovação, a humanidade e a vida», disse, acrescentando: «Porque uma coisa não faz sentido sem as outras. Porque a inovação e a tecnologia tem de estar ao serviço dos doentes».

José Roquette, por seu lado, recordou que, na génese deste projeto, esteve sempre a intenção de «congregar em Lisboa alguns dos maiores nomes mundiais de várias áreas da Medicina e, especialmente, avaliar atitudes, rever processos, analisar protocolos, desenvolver novas técnicas e propor consensos a nível nacional e internacional». No final, afirmou-se «confiante no sucesso deste evento» e anunciou estar já «a pensar no próximo».

Na plateia, entre as dezenas de convidados para esta cerimónia de abertura do Leaping Forward, destaque para os representantes do Governo angolano, das ordens profissionais de saúde e dos bombeiros de Lisboa.