O Hospital do Mar Lisboa assinalou a 24 de abril último a passagem do seu 20.º aniversário com uma festa que decorreu no terraço daquela unidade do Grupo Luz Saúde. Muita música, animação e um bem merecido lanche, em que participou a grande maioria dos profissionais que fazem deste hospital um caso singular no panorama nacional da prestação de cuidados de saúde especializados, tornaram a tarde uma celebração descontraída e bem divertida, na qual participaram também alguns dos doentes que ali cumprem os seus processos de reabilitação. Manuel Caldas de Almeida, administrador executivo do Hospital do Mar desde a sua criação, começou por agradecer à Comissão Executiva da Luz Saúde a ideia original da criação do hospital e “o mérito de fazer algo que há 20 anos ninguém pensava em Portugal, que era um hospital com estas características”. Hoje, continuou, “temos o privilégio de ter um espaço maravilhoso, mas o que conta para as pessoas que estão connosco é o trabalho do dia a dia: são 20 anos de cuidados médicos, de enfermeiros a saberem fazer bem o que tem de ser feito, 20 anos de auxiliares de ação médica que, diariamente, minuto a minuto, dão carinho, ternura e apoio aos nossos doentes”. A todos os profissionais que têm feito a história destes 20 anos do Hospital do Mar, Manuel Caldas de Almeida deixou palavras de agradecimento, em nome da instituição e também de todas as pessoas que ali foram tratadas e acompanhadas, sem esquecer as respetivas famílias: “Quero agradecer-vos serem o Hospital do Mar, serem o que nós somos no Mar. Parabéns a todas e a todos” . Inaugurado em 2006, o Hospital do Mar Lisboa introduziu em Portugal um conceito inovador em cuidados de saúde. Associando os serviços e competências tecnológicas e humanas de um hospital com infraestruturas de qualidade superior , proporciona a resposta mais adequada às necessidades de cada doente nas seguintes áreas: Reabilitação e convalescença, sobretudo em situações pós-agudas, com ênfase em patologias do foro neurológico (AVC) e ortopédico; Cuidados às demências, em particular na doença de Alzheimer, para a qual existe uma unidade específica de internamento com diversas especificidades arquitetónicas e funcionais; Cuidados paliativos e de apoio à família; Cuidados geriátricos, na avaliação e acompanhamento da promoção da saúde ou de cura e da reabilitação em regime de consulta ou internamento; Acompanhamento de doenças crónicas, através de programas específicos e de uma intervenção orientada nas agudizações e nas fases mais avançadas da doença; Saúde mental, para pessoas que em fase aguda dos seus problemas de saúde mental necessitam de internamento psiquiátrico.