Comissões de Apoio Técnico

Comissões de Apoio Técnico

As Comissões de Apoio Técnico colaboram com a equipa de gestão nas matérias da sua competência.

  • Comissão de Ética

    Constituição da Comissão:
     
    Prof. Dr. José Roquette 
    Dr.ª Ana Maria Carvalho
    Dr. João Rebelo 
    Funções:
    • Zelar pela salvaguarda da dignidade e integridade humanas;
    • Emitir, por sua iniciativa ou por solicitação, pareceres sobre questões éticas no domínio da prestação de cuidados de saúde pelo Hospital da Luz Oeiras;
    • Pronunciar-se sobre os protocolos de investigação científica, nomeadamente os que se refiram a ensaios de diagnóstico ou terapêutica e técnicas experimentais que envolvem seres humanos e seus produtos biológicos, celebrados no âmbito do Hospital da Luz Oeiras;
    • Pronunciar-se sobre os pedidos de autorização de realização de ensaios clínicos e fiscalizar a sua execução, em especial no que respeita aos aspetos éticos e à segurança e integridade dos sujeitos do ensaio clínico;
    • Pronunciar-se sobre a revogação ou suspensão da autorização para a realização de ensaios clínicos;
    • Reconhecer a qualificação científica adequada para a realização de ensaios clínicos relativamente aos médicos do Hospital da Luz Oeiras;
    • Promover a divulgação dos princípios gerais da bioética pelos meios julgados adequados, designadamente através de estudos, pareceres ou outros documentos, no âmbito dos profissionais de saúde do Hospital da Luz Oeiras;
    • No exercício das suas competências, a Comissão de Ética deverá ponderar, em particular, o estabelecido na lei, nos códigos deontológicos e nas declarações e diretrizes internacionais existentes sobre as matérias a apreciar.

  • Comissão de Farmácia e Terapêutica

    Constituição da Comissão:
     
    Dr.ª Filipa Marques
    Dr.ª Ana Boto
    Dr. Cristóvão Junqueira
    Dr.ª Cláudia Santos
    Dr.ª Inês Abreu Fernandes (consultora da comissão para a área cirúrgica)
     
    Funções:
    • Desenvolver e divulgar internamente as boas práticas relativamente ao uso de medicamentos;
    • Definir políticas de utilização criteriosa e economicamente corretas, de determinados grupos de fármacos, nomeadamente antibióticos e fármacos antineoplásicos;
    • Aprovar o formulário interno de medicamentos;
    • Elaborar as adendas de aditamento ou exclusão, privativas do formulário de medicamentos;
    • Velar pelo cumprimento do formulário e suas adendas;
    • Dar parecer sobre novos medicamentos a adquirir;
    • Colaborar na formação do pessoal nesta matéria;
    • Atuar como órgão consultivo e de integração entre os serviços de prestação de cuidados e o serviço de farmácia;
    • Pronunciar-se, dentro do respeito das regras deontológicas, sobre a correção da terapêutica prescrita a doentes, sob solicitação do diretor
      clínico;
    • Definir e pôr em prática uma política de informação sobre medicamentos.

  • Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo da Infeção e de Resistência aos Antimicrobianos

    Constituição do Grupo:

    Dr.ª Filipa Marques (Coordenadora)
    Dr.ª Ana Pedro
    Dr. Cristovão Junqueira
    Enf.ª Elisa Pereira
    Enf. Tiago Rodrigues 
     
     
    Objetivos

    a) garantir a sensibilização e formação de todos os profissionais, neste domínio;
    b) implementar uma metodologia de vigilância epidemiológica;
    c) elaborar normas e recomendações de boas práticas no seu domínio;
    d) monitorizar os processos de cuidados relativamente à sua área de competência;
    e) atuar enquanto órgão consultivo e de apoio.

    Atribuições
    a) elaborar e implementar um plano de ação que operacionalize o Programa Nacional de Prevenção e Controlo das Infeções e das Resistências a Antimicrobianos ao nível local e se baseie nas necessidades identificadas na organização;
    b) colaborar na integração e articulação das suas atividades com outros órgãos na perspetiva da qualidade e segurança do doente;
    c) definir e monitorizar políticas e procedimentos assegurando boas práticas locais de prevenção e controlo de infeção e de utilização de antimicrobianos;
    d) promover e corrigir as práticas de uso de antibióticos, nomeadamente através da implementação de programa de assistência à prescrição antibiótica, tanto em profilaxia como em terapêutica, permitindo ao GCL-PPCIRA a intervenção no sentido de anular a utilização de antimicrobianos em situações em que não estão indicados ou utilizados por tempo superior ao necessário;
    e) rever e validar as prescrições de antimicrobianos de acordo com a situação clínica do doente e orientações nacionais e internacionais;
    f) garantir o cumprimento dos programas de vigilância epidemiológica de infeções associadas aos cuidados de saúde e de resistências aos antimicrobianos considerando os pressupostos definidos pela Direção-Geral da Saúde e atendendo às características e necessidades da Organização;
    g) garantir o retorno da informação sobre vigilância epidemiológica de infeção e de resistências aos antimicrobianos às unidades clínicas;
    h) colaborar no processo de notificação das doenças de declaração obrigatória a nível nacional;
    i) investigar, controlar e notificar surtos de infeção, visando a sua efetiva prevenção;
    j) monitorizar os riscos de infeção associados a novas tecnologias, dispositivos, produtos e procedimentos;
    k) colaborar na definição dos requisitos do material e equipamento clínico e não clínico relativamente a implicações no controlo das infeções;
    l) colaborar com outros serviços (ex. Saúde Ocupacional, Gabinete de Gestão de Risco), na avaliação do risco biológico e no desenvolvimento de recomendações específicas quando indicado;
    m) participar no planeamento e acompanhamento da execução de obras contribuindo para a adequação das medidas de prevenção de infeções;
    n) participar no desenvolvimento e monitorização de programas de formação, campanhas e outras estratégias de sensibilização;
    o) participar e apoiar programas de investigação relacionados com as Infeções Associadas

  • Comissão de Emergência e Reanimação

    Constituição da Comissão:

    Dra. Rosa Cardiga (Responsável pela Comissão)
    Dra. Ana Pedro
    Enf.ª Sandra Barreira
    Dr. Cristóvão Junqueira

    Funções:

    À Comissão de Emergência e Reanimação (CEMR) compete coadjuvar a Direção Geral, a Direção Clínica e a Direção de Enfermagem, por sua iniciativa ou a pedido destes órgãos, sobre as matérias da Emergência Médica e de Reanimação que forem da sua competência.

    Compete ainda à CEMR, em articulação com as Direções Clínica e de Enfermagem:
    1. Definir a organização do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar e monitorizar o seu funcionamento;
    2. Recomendar procedimentos e critérios de ativação do plano de emergência médica intra-hospitalar, definindo protocolos e monitorizando o seu funcionamento;
    3. Manter um registo atualizado de todas as situações de ativação e atuação dentro do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar;
    4. Manter um registo atualizado de todos os casos de paragem cardiorrespiratória (com ou sem manobras de RCP) ocorridos nas instalações do Hospital da Luz Oeiras;
    5. Definir a localização, composição e manutenção dos Carros de Emergência através de protocolos e procedimentos bem como auditar o seu cumprimento;
    6. Definir o plano de competências necessárias aos colaboradores do Hospital da Luz Oeiras nas matérias da emergência médica e reanimação;
    7. Proceder ao levantamento das necessidades de formação dos colaboradores do Hospital da Luz Oeiras e promover junto destes as ações necessárias ao adequado cumprimento do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar;
    8. Colaborar com as demais Comissões do Hospital da Luz Oeiras, a pedido destas ou por sua iniciativa, nomeadamente prestando assessoria nas matérias da emergência médica e reanimação e de catástrofe;
    9. Pronunciar-se, dentro das matérias da sua competência, sobre os projetos que impliquem alterações dos acessos, circulação e estruturais no Hospital da Luz Oeiras, tanto nas áreas clínicas como nas não clínicas;
    10. Propor as alterações estruturais, organizativas e logísticas necessárias para garantir o adequado cumprimento e funcionamento do Plano de Emergência Médica Intra-Hospitalar.

  • Comissão de Proteção Radiológica

    Constituição da comissão:

    Eng. Gonçalo Leal (responsável pela Comissão)
    Tecª. Ana Cristina Santos
    Eng. Fernando Marques (Físico Médico)
    Engª Maria Teresa Rézio (Física Médica)
    Engª Sofia Faustino (Física Médica)


    Objetivos e atribuições da Comissão de Proteção Radiológica:

    Licenciamento e renovação das licenças de funcionamento dos equipamentos emissores de radiação ionizante da Luz Saúde na DGS;

    Articulação com a Direcção Geral de Saúde, Comrsin e outras instituições competentes sobre assuntos relacionados com a proteção e segurança radiológica;

    Estudo das condições de segurança e controlo de qualidade de instalações e equipamentos;

    Avaliação de riscos radiológicos associados às instalações, técnicas de trabalho, postos de trabalho, classificação de zonas e indivíduos e segurança dos pacientes em termos radiológicos;

    Pareceres (caso solicitado) em gestão de resíduos radioativos e vigilância das condições de eliminação;

    Gestão global da dosimetria pessoal dos profissionais profissionalmente expostos a radiações ionizantes;

    Colaboração na elaboração de normas, procedimentos e manuais orientados a otimizar a proteção radiológica dos pacientes, dos trabalhadores e público;

    Gestão e elaboração de informações técnicas para normalização legal das instalações;

    Monitorização da dose dos exames face aos níveis de referência diagnóstica (NRD);

    Estabelecimento de protocolos de qualidade dos equipamentos emissores de radiação ionizante;

    Colaboração na implementação e uniformização dos programas de proteção radiológica de acordo com exigências da JCI, ISO e ACSA;

    Ações de formação para os colaboradores da Luz Saúde no âmbito da proteção radiológica, incluindo dosimetria individual;

    Investigação e colaboração na otimização dos protocolos sempre que solicitado de acordo com as normas nacionais e europeias.